sexta-feira, 31 de maio de 2013

Campanha traz Gisele Bündchen sem maquiagem e cabeleireiro

O fotografo responsável pelo projeto foi Johan Lindeberg, que não utilizou Photoshop para editar as imagens.


A modelo Gisele Bündchen  posou sem maquiagem ou ajuda de um cabeleireiro para a marca de jeans BLK DNM. O fotografo responsável pelo projeto foi Johan Lindeberg, que não utilizou Photoshop para editar as imagens. 
Em entrevista ao site Fashionista, a top afirmou que gostou da abordagem. "Adoro essa sensação, você sabe, nós somos mulheres, somos tão diferentes, nossas imperfeições são o que nos faz únicas e belas. Lindeberg não tenta te retocar ou colocar uma luz bonita em você", afirmou. 

Para evitar que as pessoas usem celular na mesa, bar lança “copo offline”

O copo possui um recorte especial na base e só fica em pé se estiver apoiado em um aparelho celular. 

É comum ver em grupos de amigos, um “viciado” em smartphone. Enquanto o outros conversam, ele está enviando mensagens para outros ou tirando fotos para postar nas redes sociais.
Para evitar esse comportamento, o tradicional bar paulistano Salve Jorge, em São Paulo, criou o Copo Offline. O objeto possui um recorte especial na base e só fica em pé se estiver apoiado em um aparelho celular.
Segundo a agência de publicidade Fischer&Friends, responsável pela ação, o objetivo é “resgatar as pessoas do mundo online e as trazê-las de volta para a mesa do bar e para a conversa olho no olho".

O ponto comercial como fator de sucesso ou de fracasso

Existem estudos especializados para a escolha do ponto comercial com base em dados, a exemplo do perfil de clientes na região; o poder aquisitivo; número de habitantes; hábitos de compra; lojas que costumam frequentar. De acordo a lei do ponto comercial, você deve estar sempre no caminho do cliente.

Você quer montar seu próprio negócio? Muito cuidado na escolha do ponto.
A decisão na escolha do ponto, pode determinar seu sucesso ou fracasso no futuro.  Uma loja mal localizada não pode mudar de lugar com rapidez, e ainda vai  arcar com as consequências, esperar que a região da cidade mude ou a loja seja obrigada a fechar. Existem estudos especializados para a escolha do ponto comercial com base em dados, a exemplo do perfil de clientes na região; o poder aquisitivo; número de habitantes; hábitos de compra; lojas que costumam frequentar.  De acordo a lei do ponto comercial, você deve estar sempre no caminho do cliente.
Um centro comercial é formado por várias lojas de pequeno porte, cada qual especializada em algum tipo de produto, fica localizado em regiões tradicionais da cidade com alto fluxo de pessoas.  E o mercado é o conjunto de pessoas e/ou organizações cujas necessidades podem ser satisfeitas por produtos ou serviços, e que dispõem de renda para comprá-los.  Primeiro, o empreendedor define o negócio, a dimensão das instalações e a linha de produtos e depois identifica o seu público-alvo.  Os efeitos das decisões tomadas sobre o ponto de venda são de longo alcance e mais difíceis de mudar que os relacionados a produto, preço e promoção. Mudar o ponto de venda  requer tempo e dinheiro.
A teoria do lugar central de Walter Cristaller (1910), diz que é preciso duas combinações  econômicas para escolher a localização de unidades comerciais:
1ª. Deve haver sempre um volume mínimo de negócios que suporte a instalação de uma loja em um dado local, de forma rentável.
2ª. O tamanho efetivo da área comercial escolhida, terá como limites as distâncias máximas que os consumidores estarão dispostos a percorrer antes de ir a outro local de compra.
Os bares, quitandas, são localizados de forma mais dispersa, por toda a parte, e até mesmo em bairros da periferia, vilarejo, pois dependem de uma clientela local.
Negócios de supermercados, restaurantes devem obedecer a localização de centros maiores. De acordo a teoria do lugar central de Cristaller, as áreas de comércio para bens de conveniência são menores, pois possuem nível de demanda menor, uma vez que podem sobreviver com visitas frequentes da população local, a exemplo de padarias do bairro. As lojas de móveis, bens especializados, ficam umas próximas das outras, no centro comercial bem movimentado.  A compra desses bens, de conveniência ou especializados, é que determinam as localizações relativas das lojas e o tamanho de suas áreas comerciais. Evidentemente que os fatores externos incontroláveis, modificam, alterando a disposição espacial dos centros comerciais, como as diferenças de renda e de densidade demográfica, as restrições políticas e administrativas e a influência do sistema viário e de transporte.
Veja alguns princípios básicos para análise da localização de um ponto comercial:
A adequação do potencial da área, para determinar o volume de renda e de gastos com os tipos de bens a serem comercializados pela loja. Os aspectos econômicos e de mercado, como análise do local em termos de custos, produtividade, rentabilidade e crescimento futuro. O acesso, considerando os negócios de atração geradora em razão da vizinhança. O potencial de crescimento, quanto ao local da loja situado sempre em área em que a população e a renda estejam em crescimento. A atração cumulativa, uma vez que as lojas próximas podem atrair mais negócios do que as mais distantes. Existe também o grau de compatibilidade, que é o percentual de clientes visitando as duas lojas, considerando dois estabelecimentos vizinhos, eles podem se ajudarem ou sofrerem a influência negativa no volume de vendas, sendo prejudicial, quando há redução de clientes de uma das lojas. Qual é a lógica do ponto comercial? Quanto mais o varejo se concentrar em determinada região, mais pessoas, mesmo de regiões diferentes, serão atraídas.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/o-ponto-comercial-como-fator-de-sucesso-ou-de-fracasso/70970/

Dani Calabresa faz propaganda de Galaxy com iPhone

Não é a primeira vez que gafes desse tipo acontecem com a marca coreana. Em abril, o tenista David Ferrer fez propaganda do Galaxy S4 a partir de um aparelho da Apple


A humorista Dani Calabresa foi vítima do seu próprio celular. Em uma mensagem no Twitter, a repórter do CQC elogiou o Galaxy S4, da Samsung, para cerca de 1,2 milhão de seguidores, entretanto o microblog “denunciou” que as postagens tinham sido feitas via um iPhone, da Apple.
No primeiro tweet, a apresentadora escreveu: “Celular com sexto sentido percebe quando você está perto... esse Galaxy S4 é muito sensível”. Já na segunda mensagem, ela disse que a bateria extra do aparelho “salvou sua vida”. Após perceber o erro, Calabresa apagou os dois textos.
Não é a primeira vez que gafes desse tipo acontecem com a marca coreana. Em abril, o tenista David Ferrer fez propaganda do Galaxy S4 a partir de um aparelho da Apple, durante uma competição patrocinada pela Samsung.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Embelleze muda visual de Natucor

Marca renova as embalagens da linha de tinturas para o cabelo com fontes manuscritas e imagens que remetem ao universo feminino. Produto possui 17 versões.

A Embelleze muda o visual da linha Natucor. Com novo layouyt, a embalagem vem com palavras manuscritas e ilustrações que remetem ao universo feminino. O objetivo da empresa é modernizar a marca, que está no mercado há 20 anos. O produto também ganha uma versão kit contendo Natuhidrate, tratamento fortificante, pós-coloração, com broto de bambu,vitaminas e minerais. A tintura Natucor está disponível em 17 nuances.

Coca-Cola cria lata dois em um

A Coca-Cola cria uma lata que pode ser compartilhada com outras pessoas. A "Sharing Can" é parte de uma ação da marca organizada em Paris e Cingapura que segue o conceito de compartilhar a felicidade. Ao comprar o refrigerante, a pessoa é surpreendida, pois o produto se divide em duas unidades menores. Veja o vídeo da ação abaixo:


terça-feira, 28 de maio de 2013

Restrição à publicidade faz um em cada três brasileiros parar de fumar

A pesquisa também mostrou que os brasileiros apóiam a ideia de tornar as embalagens de cigarro genéricas ou seja, todas as marcas com a mesma cor, sem desenhos, logotipos


Entre 1989 e 2010, um em cada três brasileiros abandonou o cigarro, por causa das restrições feitas à publicidade no setor. De acordo com o relatório da Política Internacional do Controle do Tabaco (ITC), em Porto Alegre, Rio e São Paulo, 89,1% dos fumantes e 92% dos não-fumantes acreditam que o governo deveria intervir mais no combate ao vício.
Além disso, o estudo apontou que 83,1% dos fumantes acreditam que os produtos do tabaco deveriam ser mais controlados. A pesquisa também avaliou como os consumidores percebiam o marketing do cigarro em 2009 e 2012. No primeiro ano, 42,8% dos fumantes afirmaram que a propaganda do tabaco era frequente ou muito frequente. Em 2012, esse número caiu para 22,6%.
Os entrevistados também apóiam a ideia de tornar as embalagens de cigarro genéricas ou seja, todas as marcas com a mesma cor, sem desenhos, logotipos.